webinar francisco pinheiro

francisco pinheiro

29.10.2020
18:30 - 20:00


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Arte Pública: práticas de participação e presença​

Contrariando a percepção redutora de ‘arte de rotunda’ ou de ‘homenagem’, neste webinar iremos falar sobre processo, presença e participação, como propostas para uma futura prática da arte pública em Portugal. 

Francisco Pinheiro partilhará diferentes autores e projetos como o Pequeño Museu Comunal (2012) de Susana Velasco, Leonard Peltier Statue (2016) do Rigo 23, ou King Edward VII Equestrian Statue Floating Down the Don River (2017) do duo Life of a Craphead, que têm sido uma referência para o seu próprio trabalho.

Leitura recomendada:

Bishop, C. (2012). Artificial Hells: Participatory Art and the Politics of Spectatorship: Verso;

Flor, A. (2016, Fevereiro). “Vergonha”, “300 mil euros”: escultura de Pedro Cabrita Reis vandalizada em Leça da Palmeira. Jornal Público;

Womack C. (2018, Fevereiro) A Censored Sculpture of Imprisoned Native American Activist Leonard Peltier Has Taken Up Residence in L.A., Los Angeles Magazine;

Vaz Pinto, D. (2020, Agosto). Mais uma polémica no país das homenagens à bruta. Jornal Sol;

a.(2020, Junho). Sobre a estátua do Padre António Vieira vandalizada em Lisboa: muitas interrogações. Portal Anarquista;

Duarte, F. (2020, Julho) Perguntas essenciais sobre museus, design e democracia em Lisboa. Jornal Público.

Limitação de 20 participantes. 
Nota: Este webinar será leccionado em português.

Francisco Pinheiro é artista visual e a sua prática artística parte de narrativas associadas a um determinado território, convocadas em instalações, videos, textos e performances. 

Destacam-se as seguintes exposições e participações:

COSMO/POLÍTICA#6 (curadoria de Sandra V. Jürgens e Paula Batista) Museu do Neo-Realismo, Vila F. Xira (2020);
Por um lugar nosso comum – caminhada e mapa de accões para exposição de Catarina Botelho no Pavilhão Branco, Lisboa (2020);
Appleton [BOX], Lisboa (2019); Lisboa Soa 2019;
FUSO / Anual Vídeo Arte Internacional Lisboa (2019);
Não é ainda o Mar (curadoria de Óscar Faria) Convento Corpus Christi, Gaia (2018);
Desarvorar – Festival Exquisito / Biblioteca Orlando Ribeiro, Lisboa (2018);
exposição individual Clinamen, Galeria Águas Livres 8, Lisboa (2017);
CITY FLUX (curadoria de Julia Victor), ArtPrize8, Michigan, EUA (2016);
Os Índios da Meia-Praia (curadoria de Nuno Faria), Galeria 111, Lisboa (2016);
exposição individual Sob um sol de agulhas no Instituto Camões, Lisboa (2016);
The Sand Reckoner, Diego Rivera Gallery, São Francisco, EUA (2013).

Em 2018 foi lançado o livro “KAMAL: Francisco Pinheiro”, editado pela Sistema Solar.

Em 2013, foi teaching assistant da artista Laetitia Sonami, Sonic City Sound Lab class, San Francisco Art Institute.

Desde 2010 tem desenvolvido oficinas de desenho, performance, som e artes plásticas na Casa da Cerca, Centro de Arte Manuel Brito, entre outros museus. É co-fundador do colectivo West Coast (2014), a partir do qual tem criado, coordenado e produzido diferentes projetos dos quais se destaca o Guarda-Rios. Em 2008 trabalhou como assistente de cenografia no teatro Volksbühne em Berlim, em peças de Meg Stuart ou Jonathan Meese. É mestre em Novos Géneros pela San Francisco Art Institute (EUA, 2014) como bolseiro Fulbright / Fundação Carmona e Costa e é licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (2005).

Website: francisco-pinheiro.com